Coluna Roraima Alerta

Roraima Alerta 21.12.18


SEGUNDOS PRECIOSOS

Os servidores que aguardam o pagamento dos seus salários estão contando os segundos para que os R$ 225 milhões caiam na conta do governo de Roraima. A maior parte dessas transações é liberada até às 14h. Caso isso aconteça, é rezar para que o banco faça a compensação e deposite ainda nesta sexta-feira os salários na conta dos servidores.

 

SINAL AMARELO

Contando que o pagamento deve entrar na conta dos servidores e que muita gente vai fazer a festa, o Detran já está com sua operação montada para fiscalizar as ruas da cidade. O objetivo é coibir o consumo de álcool pelos condutores, prevenir acidentes e salvar vidas. E ainda há "Operação Rodovida", da PRF, uma força-tarefa integrada entre diversos ministérios do Poder Executivo e órgãos públicos.

 

SINAL AMARELO I

A operação visa à redução de acidentes de trânsito, especialmente nesse período de fim e início de ano quando o fluxo de tráfego de veículos aumenta em todo o País. Fiscalização de alcoolemia ao volante, excesso de velocidade, uso de celular ao volante e o transporte irregular de crianças é feita com maior intensidade durante as atividades da Rodovida, conforme destacou a PRF.

 

MARCANDO TERRITÓRIO

O discurso parece ter mudado. As terceirizadas, ao que tudo indica, terão parcela da verba federal. A sinalização foi dada por um dos braços do interventor, o ministro Marcos Jorge. Com isso, aquele que marcou território o tempo inteiro ao lado de Denarium vai conseguir se alimentar da fatia do bolo.

 

MARCANDO TERRITÓRIO I

Muitas famílias dependem da regularização dos salários dos terceirizados, mas os interesses políticos de quem comanda um império de empresas são mais fortes que proporcionar um Natal mais feliz às pessoas. E a auditoria? Espera-se que não tenha ficado em segundo plano, dando possibilidade às raposas de raspar o tacho e garantir mais grana para o próprio bolso. Uma hora, a verdade prevalece. Quem come pelas beiradas, vai mostrar as garras.

 

SILÊNCIO

O Roraima em Tempo questionou todos os órgãos fiscalizadores do Estado sobre auditorias nos contratos de terceirizadas que prestam serviços ao governo. A resposta foi o silêncio. Não se pronunciaram se existe algum tipo de investigação ou mesmo auditoria para evitar novas fraudes. Afinal, o Estado teve as portas da corrupção escancaradas nas últimas semanas. Superfaturamento em cima de superfaturamento e a própria transição provou isso ao encontrar itens para secretarias superfaturados em até 600%.

 

SILÊNCIO I

Os órgãos de fiscalização parecem inertes, já que não se pronunciam. Se mantêm à margem do problema. Permitem, por exemplo, mesmo após decisão, que os corruptos voltem aos cargos. Reconhecemos, contudo, que o trabalho desses órgãos foi essencial para algumas operações. No entanto, a sociedade pede mais. Os roraimenses pedem uma fiscalização rigorosa que mostre a verdade e responsabilize os corruptos.

 

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