Editorial

O voto da sabedoria popular


Os pseudoesquerdistas nacionais imaginam, por certo, que a estrondosa maioria da população que a eles se opõe seja um conjunto de imbecis, que não sabem o que querem para o Brasil. A democracia que essa gente apregoa e quer ver instalada no País não se subsume ao conceito constitucional traduzido na diretriz pétrea de que o poder emana do povo e em nome dele é exercido.

A democracia brasileira está sólida e suas instituições em pleno funcionamento. Bem por isso a sociedade está demonstrando que não quer mais a esquerda no comando da Nação. O eleitorado foi categórico no primeiro turno e é inconteste que no segundo turno irá sacramentar sua a vontade de ver essa gente nefasta o mais distante possível do poder. Essa decisão, independentemente dos defeitos do novo presidente, vai assegurar de forma contundente a opção pela liberdade de pensamento e pela liberdade de expressão.

A população não é ignorante como possam pensar que seja. É impossível imaginar que a vontade popular não assegure o futuro da Nação. Futuro este que não mais se vincula aos petralhas, que tantos prejuízos de toda ordem causaram às pessoas de bem deste país.

Em contrapartida, não imagine o candidato vencedor nas urnas que poderá deixar de cumprir os deveres inerentes ao cargo maior para o qual, pelo andar da carruagem, deverá ser eleito no domingo, e aos quais estará submetido, ou deixar de honrar a confiança de seus milhões de eleitores. A Nação não suportará novas traições e muito menos perdoará os que traírem a vontade popular. Fundamentalmente em relação à liberdade plena e do desejo de termos nesta democracia ordem, progresso e respeito aos dogmas republicanos, tão vilipendiados nas últimas duas décadas.