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A maioria decidiu: é hora da mudança


O Brasil assiste a uma acirrada disputa pela Presidência da República e com ela o povo aprendeu que a liberdade tem um preço: manifestação constante na busca da melhoria de suas condições de vida. A população parece definitivamente em busca de novas ideias e ações que venham realmente ao encontro de seus anseios. Emprego, saúde, educação, segurança são as demandas maiores do momento.

Não vai demorar para a maioria dos brasileiros perceber que suas demandas precisam ser traduzidas por partidos políticos que aglutinem em torno das legendas ideias que levem à concretização de tais anseios. Essa percepção levará à redução dos partidos políticos, transformando as eleições em decisão não de nomes, mas de políticas públicas.

As opções que restam para o segundo turno da disputa presidencial têm deixado boa parte da sociedade injuriada. Os ânimos estão exaltados e é praticamente impossível frequentar uma rede social sem ser exposto a mentiras evidentes, omissões propositais, exageros direcionados e fé cega e radical, isenta de quaisquer compromissos lógicos ou morais. Ainda assim, publicações revelam indignação com a situação que o País vive  e seus autores recebem a pecha de estar em cima do muro. Ou seja, os e-militantes abominam não apenas o lado oposto, mas também os neutros.

Para o PT, quem quer que não apoie explicitamente o Lula é fascista; para os bolsonaristas, qualquer um que não os apoie é comunista. Uma terceira visão alternativa diz que, embora também seja eticamente sustentável apoiar publicamente qualquer dos lados, milhões ficarão felizes, seja qual for o vencedor, de se verem livres ao menos de uma parte das soturnas consequências que espreitam o futuro do Brasil e dos brasileiros.