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Cerca de 40 crianças recebem atendimento educacional na Apae Boa Vista

Atualmente, associação atende 120 pessoas na área da saúde e educação


Apae em Boa Vista recebe cerca de 120 pessoas, que contam com atendimento médico e educação - Divulgação

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), que funciona há pouco mais de um ano em Boa Vista, oferece diferentes tipos de atendimento de saúde e ensino escolar para cerca de 40 crianças.

A ideia de criar uma Apae em Roraima surgiu durante uma entrevista há mais de dois anos, quando duas mães de crianças com Síndrome de Down lamentavam que a associação ainda não existia no Estado. Ela está presente na maioria das cidades do Brasil há mais de 60 anos e recebe apoio de muitas instituições e entidades.

Esta situação chamou a atenção do radialista Bruno Perez, um dos fundadores da associação em Roraima. Ele contou que o processo para conseguir fazer a associação entrar em vigor durou cerca de um ano, e em 2017 ela finalmente foi inaugurada e, desde então, atende muitas pessoas e também recebe muita ajuda de voluntários.

A Apae funciona atualmente na Rua Édson Castro, número 603, bairro Liberdade e o número para contato é o 3625-1417. Para começar a receber atendimento, basta comparecer à sede com um laudo médico comprovando a necessidade de atendimento e a prioridade é para quem ainda não é atendido em nenhum outro local.

Os atendimentos que feitos são fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional, fisioterapia, assistência social, além de advocacia e de uma parceria de com desconto para óculos e com o Centro de Robótica. Cerca de 120 pessoas atualmente recebem atendimento clínico na Apae.

Também é disponibilizado o reforço educacional para crianças no horário oposto ao escolar. Atualmente, 40 delas recebem este auxílio.

Bruno Perez contou que os resultados são muito positivos e o tratamento já ajudou várias pessoas. Ele ainda disse que não há limite de idade para os atendimentos, entretanto, a maioria dos pacientes são crianças e adolescentes que podem ter um tratamento contínuo.

Não há prazo para o tratamento, que acontece de forma regular e pode ser bastante longo. "O atendimento pode durar a vida toda, dependendo do caso", declarou Perez.

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