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Famílias procuram por garota de 13 anos e albergado que estão desaparecidos

Raysa Silva desapareceu na tarde de quinta-feira ao sair de casa para se encontrar com um jovem

Créditos: Nonato Sousa

Notícias de desaparecimentos de pessoas estão cada vez mais frequentes nos distritos policiais e em redes sociais. Nessa sexta-feira (11), mais dois casos tornaram-se públicos por familiares dos desaparecidos.

Numa das postagens feitas pelos familiares de uma garota de 13 anos, Raysa Graciano da Silva, foi informado que o desaparecimento dela ocorreu na tarde de quinta-feira (10) após ela sair de casa para se encontrar com um jovem apelidado de "Bequinha".

A reportagem do Roraima em Tempo falou com uma cunhada dela por telefone, à tarde. A cunhada informou que já estava fazendo 24 horas do desaparecimento de Raysa e até então ninguém da família teve notícia dela.

Segundo a parente da menina, Raysa saiu de casa no bairro Jardim Equatorial, zona Oeste de Boa Vista, por volta das 16h30 para se encontrar com 'Bequinha' e não deu mais notícia.

"Ela não levou celular e foi só com a roupa do corpo. Não sabemos onde está nem se está bem. Pedimos a quem a viu ou tiver qualquer informação que entre em contato com a família pelo celular 99127 8030", pediu a cunhada.

OUTRO CASO

Quem também está desaparecido é Rafael Rolam Dutra Botelho, 28 anos, segundo post da família em rede social. Ele foi visto pela última vez na tarde de domingo (6), próximo à Vila Olímpica, no bairro Olímpico, também na Zona Oeste.

A notícia do desaparecimento de Rafael Botelho foi compartilhada pelo WhatsApp pela mãe dele que concluiu pedindo: "quem tiver qualquer informação por favor entrar em contato pelo celular 99128 0234. Desde já agradeço a quem possa me ajudar".

DETALHES

Na quinta-feira (10), a família também registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil sobre o desaparecimento de Botelho. Conforme relato da companheira dele, Rafael desapareceu depois de receber uma ligação da irmã para ir à casa dela cortar uma árvore.

Na ocasião, ele estava na casa da sogra no bairro Asa Branca, junto com a companheira.

"Ele saiu de bicicleta e primeiro ia para nossa casa no Jardim Tropical, pegar uma mochila com roupas. Porém, depois disso não foi mais visto e não chegou a nossa casa nem foi à casa da irmã", disse a mulher à polícia.

Ainda de acordo com a companheira, Botelho é albergado. Ele cumpriu pena na Cadeia Pública de Boa Vista e atualmente está no Centro de Progressão Penal (CPP), onde até a data do BO ele não mais compareceu àquela unidade para assinar a frequência.

 

 

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