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Governo de Roraima devolve mais de 200 carros e deve economizar R$124,8 milhões

Gestão Estadual assegurou que gasto com um carro custava R$ 13 mil aos cofres públicos

Créditos: Anderson Soares
- Arquivo/Roraima em Tempo

A gestão Denarium devolveu, desde que assumiu o Estado, mais de 200 caminhonetes oriundas de contratos firmados na gestão passada. Com essa medida, o Executivo espera economizar pelo menos R$124,8 milhões em quatro anos e, consequentemente, melhorar o orçamento que se encontra com déficit.

A rescisão do contrato dos veículos faz parte de uma séria de metidas anunciadas no início do ano pelo governador de Roraima, Antonio Denarium (PSL), para tentar enxugar gastos considerados "desnecessários" ou de pouca prioridade. Outros contratos ainda devem ser rescindidos pelo Estado.  

Conforme divulgado pelo governo, cada caminhonete custava ao Estado uma média de R$ 13 mil. Em um mês eram gastos R$ 2,6 milhões. Por ano o contrato gerava despesa de R$ 31,2 milhões. O valor para manter o transporte é considerado pelo Estado como exorbitante, e não condiz com a realidade econômica que passa atualmente o governo.

A partir de agora, segundo anunciado pelo Estado, Denarium, assim como os secretários, usam veículos próprios para se deslocarem até os respectivos locais de trabalho. O dinheiro economizado poderá ser investido pelo na Educação, Saúde, Segurança ou nas áreas que foram necessárias.

OUTRA RESCISÃO

Com a mesma finalidade de economizar e melhorar as contas do Estado, no dia 21 de março, conforme publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), o governo de Roraima fez a rescisão de contrato celebrado entre a Secretaria de Estado de Articulação Municipal e Política Urbana e a Empresa Kaele LTDA, com sede em Manaus.

O contrato foi rescindido unilateralmente pelo governo, e tinha como objetivo a contratação da empresa especializada em prestação de serviço de locação de veículos automotores.

No DOE é destacado que o procedimento ocorreu devido aos decretos editados pelo governador que suspendem os contratos firmados por pessoa física e jurídica privadas com a administração pública direta e indireta do poder Executivo em decorrência de calamidade pública.

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