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População tem até 30 de novembro para adotar cartinhas de Natal da Apae BV

Presentes serão entregues a quem é atendido pela Associação na segunda semana de

Créditos: BRUNA MENEZES
- Divulgação

Com a chegada do Natal, as crianças esperam ganhar presentes dos pais e amigos. Isso não é diferente para quem é atendido pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Boa Vista. Por isso, a entidade começou a entregar as cartinhas de Natal para que a população adote uma delas e faça a doação do que foi pedido.

A pessoa que tiver interesse em adotar uma cartinha de Natal deve ir à sede da Apae, situada na Rua Edson Castro, número 603, no bairro Liberdade, em Boa Vista, até o dia 30 de novembro. A festa ocorrerá na segunda semana de dezembro.

"Além de trazer alegria a essas crianças, a campanha busca promover uma confraternização entre os pais dos pacientes, que muitas vezes não se conhecem", comentou o presidente da Apae, Bruno Perez.

Como a Associação atende, em maioria, famílias em vulnerabilidade econômica, as cartinhas de Natal é uma maneira de suprir uma possível falta de presente durante a época festiva de fim de ano.

"Atendemos famílias com muita dificuldade financeira e que não têm condições para comprar um presente de Natal. Para se ter noção, tem uma família que os três filhos possuem deficiências", citou Bruno.

É a segunda vez que a Associação faz a campanha. Ano passado, cerca de 70 pessoas ganharam presente de Natal. "Tivemos uma resposta muito boa. Faltaram cartas, algumas pessoas quiseram adotar, mas não tinham mais cartinhas", lembrou.

Neste ano, o número de atendido dobrou. Cerca de 150 pessoas recebem atendimentos jurídicos, de saúde e educação.

Entre eles estão serviços de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, psicologia, além de assessoria jurídica, assistente social e educação, incorporado há três meses à associação.

"A educação é voltada para crianças de até 14 anos que têm dificuldade de aprendizado. Em outros casos, algumas escolas não têm estrutura e no horário oposto a criança vai pra Apae, onde estuda de forma mais individualizada", explicou Perez.

PRÓXIMOS PASSOS

Com o aumento da demanda, a ideia é ampliar a sede da Apae ou migrar para um nova e maior, confirmou Bruno Perez. Há também pretensão de abrir polos pelos municípios de Roraima.

"A Federação sugeriu abrir uma sede em Rorainópolis, por ser o segundo maior município. Mas, vamos nos fortalecer primeiro na Capital", ressaltou Bruno.

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais chegou em Boa Vista em agosto de 2017 e já contabiliza um ano e três meses de atividade na Capital roraimense.