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Colômbia impede que familiares de Maduro entrem no país para escapar de crise energética

Informação foi confirmada pelo governo colombiano, através de nota à imprensa


Mais de 300 pessoas próximas a Nicolás Maduro estão impedidas de entrarem na Colômbia

O setor de migração da Colômbia barrou a entrada de dez pessoas próximas a Nicolás Maduro, entre elas primos do presidente da Venezuela. A informação foi confirmada pelo governo colombiano, através de nota à imprensa.

Eles tentaram entrar no país vizinho pelo departamento de La Guajira, com o qual Venezuela faz fronteira, momento em que foram impedidos de seguir viagem. Segundo informações do governo estrangeiro, os familiares de Maduro queriam ficar na Colômbia até o serviço de energia elétrica ser restabelecido no país.

A Venezuela completa quase cinco dias de constantes blecautes, que deixam 90% dos estados às escuras. Roraima foi afetado pelo apagão e teve de acionar as termelétricas para suprir a demanda do Estado. Não há previsão de quando o serviço será normalizado.

O diretor geral da Migração Colombiana, Christian Krüger Sarmiento, explicou que a medida foi tomada de maneira soberana e discricionária. Conforme o representante, as pessoas impedidas no dia de ontem estavam na lista das mais de 300 consideradas próximas a Nicolás Maduro, às quais não será permitido o ingresso.

"Não vamos permitir que enquanto o povo venezuelano morre nos hospitais por falta de energia, pessoas próximas ao regime de Maduro entrem na Colômbia para passar férias, fugindo da realidade de um povo que é maltratado por eles", justificou o setor de Migração.

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