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IFRR abre inscrições para projeto de divulgação literária feminina

São ofertadas 40 vagas e interessadas podem se inscrever até 1º de abril pelo formulário on-line

Créditos: Da Redação
Projeto 'Mulheres escritoras' busca proporcionar um espaço para socializar obras femininas - Divulgação/IFRR

O Instituto Federal de Roraima (IFRR) abriu inscrições para mulheres interessadas em divulgar produções literárias por meio do projeto "Mulheres Escritoras". São ofertadas 40 vagas e o período de inscrição segue até 1º de abril por este formulário on-line.

As candidatas devem preencher o formulário e enviar um resumo da obra com no máximo 300 palavras, as obras podem ser artigos científicos e livros. O projeto será virtual por meio da plataforma Google Meet, os vídeos serão divulgados no canal oficial do IFRR. No total, serão quatro encontros com as escritoras selecionadas. 

A comissão do projeto deverá analisar as obras inscritas, levando em conta trabalhos que já tenham sido publicados em revistas, livros e sites; materiais que não fomentem discussão de ódio, racismo ou preconceitos; a autenticidade e autoria das obras (se foram escritas exclusivamente por mulheres).

Após a análise dos resumos das obras, os encontros estão programados para iniciar no dia 9 de abril, seguindo até o fim do mês. A abertura oficial do projeto contará com a palestra "A participação da mulher na literatura - Avanços e desafios".

Conforme a coordenadora Joelma Fernandes de Oliveira, a finalidade principal é proporcionar um espaço de diálogo onde as mulheres socializem as obras produzidas pelo público feminino.

"Queremos, além de dar visibilidade às produções escritas, livros e artigos, por mulheres, oportunizar espaços de interlocução para que mulheres apresentem e conheçam obras produzidas pelo público feminino, promover reflexão sobre a participação da mulher na cultura de textos escritos e fomentar a escrita e a leitura de textos em diferentes gêneros e com diferentes temáticas", disse Joelma.

A atividade é uma das etapas de um projeto e pesquisa-ação chamado "Gênero e Educação: Caminhos para Equidade" que é desenvolvido desde setembro de 2020 no Campus Amajari (CAM).