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Pós-recesso: sessões na Assembleia Legislativa de Roraima retornam nesta terça

Recesso parlamentar iniciou após a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO)

Créditos: Yara Walker
Deputados entraram em recesso no dia 27 de junho após aprovarem a LDO - Divulgação

Após duas semanas de recesso parlamentar, as sessões na Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) retornam nesta terça-feira (13).

A previsão inicial era que os deputados voltassem a se reunir no dia 1º de agosto, mas no dia 30 de julho, a Casa informou que o retorno das sessões seria adiado para esta terça-feira.

"A superintendência de comunicação da Assembleia Legislativa informa que em virtude de reparos realizados na estrutura física da Casa, o retorno das sessões plenárias, previsto para esta quinta-feira [1], será adiado para o dia 13 de agosto", relatou à época.

O recesso parlamentar iniciou após a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), no dia 27 de junho.

VOTAÇÃO

Em sessão realizada na noite de 26 de julho, na ALE-RR, os deputados aprovaram a LDO por 14 votos a 3. O projeto segue para análise do governo do Estado, podendo ser sancionado ou não.

Os deputados Nilton do Sindpol (Patriotas), Lenir Rodrigues (PPS) e Evangelista Siqueira (PT) votaram contra a proposta do Executivo. Ao todo, foram apresentadas 15 emendas à LDO, sendo a maior parte relacionada à alteração textual.

PRIORIDADES

Com o retorno dos trabalhos, um dos assuntos a ser apreciado pelos deputados deve ser a Reforma Administrativa, proposta pelo governo de Roraima, que deve reduzir o número de secretárias e, consequentemente, os gastos do Executivo.

SEM DEFINIÇÕES

O requerimento para criação da CPI da Saúde entra no quarto mês sem qualquer definição. Protocolado em abril deste ano, 18 deputados assinaram o pedido de investigação dos indícios de irregularidades divulgados pelo então secretário de Saúde Ailton Wanderley, nas redes sociais.

Ao deixar o cargo, o ex-gestor afirmou que a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) estava num "pântano de corrupção" e terceirizadas ligadas a políticos detinham contratos com a pasta. As denúncias geraram uma onda de críticas por parte dos deputados, que pediram a instauração da CPI. O documento foi protocolado no início do mês de abril, mas ainda não teve resposta.

Fontes do jornal garantem que a CPI deve ser instaurada após o recesso parlamentar. O documento está em análise e ainda não foi avaliado pelo presidente da Casa, Jalser Renier (SD). Após ser analisado, ele deve passar pela Procuradoria Geral da Casa, para avaliação jurídica.

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